Prefeitura Municipal de Monte Carmelo e Departamento Municipal de Água e Esgoto - DMAE

 

Supervisão e acompanhamento da implantação das obras civis, executado pela Irriplan Engenharia Ltda, conforme contrato de prestação de serviços, processo de licitação nº 002454, homologado em 05/11/2009, firmado com o Departamento Municipal de Água e Esgoto - DMAE.

A obra tem por finalidade o tratamento de 100% do esgoto produzido na cidade de Monte Carmelo até o ano de 2.028. Prevê a complementação do sistema de esgotamento sanitário existente, limitado atualmente a coleta e lançamento dos esgotos in natura no córrego Mumbúca e demais mananciais no entorno da área urbana.

Esta obra constitui-se na implantação da Estação de Tratamento de esgotos domésticos - ETE, composta por um sistema de tratamento preliminar, reatores anaeróbios e filtros biológicos e seus equipamentos complementares, como decantadores, elevatória, leitos de secagem, etc.

A 1ª etapa consiste na execução da complementação do emissário para transporte dos efluentes estimados para 2028 até a elevatória de recalque e instalação das estruturas previstas para o atendimento da população até o ano de 2.016, sendo que em 2.017 deverá estar implantado e operando o sistema completo, incluindo a 2ª etapa.


 

Fiscalização das obras de melhorias hidroambientais na bacia hidrográfica do rio São Francisco


No inicio deste ano, a Irriplan Engenharia foi contratada pela Associação Executiva de Apoio à Gestão de Bacias Hidrográficas Peixe Vivo - AGB Peixe Vivo, para executar o acompanhamento e fiscalização na implantação de 26 projetos, serviços e obras de melhorias hidroambientais distribuídas ao longo da bacia hidrográfica do rio São Francisco.

Esses projetos visam à melhoria hidroambiental a partir de ações estruturais, serviços e obras de recursos hídricos e uso da terra e sustentabilidade hídrica no semiárido (AGB Peixe Vivo, 2013).

A Irriplan Engenharia, ira também exercer a coordenação de mobilização social, visto que, essa ação tem a função de orientar e envolver as comunidades para que elas se sintam parte do processo e fortaleçam o sentimento de pertencimento àquela bacia hidrográfica, alcançando melhores resultados, minimizando também riscos de conflitos entre demandantes dos projetos e empresas executoras das obras.


 

Cadastro Ambiental Rural- CAR


O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um instrumento fundamental para auxiliar no processo de regularização ambiental de propriedades e posses rurais no âmbito do Sistema Nacional de Informação sobre o Meio Ambiente (SIINIMA).
Consiste no levantamento de informações georreferenciadas do imóvel, com delimitação das Áreas de Proteção Permanente (APP), Reserva Legal (RL), remanescentes de vegetação nativa, área rural consolidada, áreas de interesse social e de utilidade pública, com o objetivo de traçar um mapa digital a partir do qual são calculados os valores das áreas para diagnóstico ambiental, segundo informações do Ministério do Meio Ambiente.
Com a entrada em vigor do Decreto 8.235/2014 tendo como disposição a lei 12.651 de 25 de maio de 2012, todos os proprietários rurais de todo o Brasil deverão obrigatoriamente se inscrever no Cadastro Ambiental Rural - CAR. Visto que, esse cadastramento tem como a finalidade de integrar as informações ambientais das propriedades e posse rurais.

Dessa forma, com a inscrição no CAR o produtor rural deve saber que:

 

  • Será feito por propriedades com áreas continuas e não por matrÍculas.
  • Não será mais necessário a averbação em cartório da Reserva Legal.
  • O Art. 9º do Decreto 8.235/2014, diz que enquanto estiver sendo cumprido o termo de compromisso pelos proprietários ou possuidores de imóveis rurais, ficará suspensa a aplicação de sanções administrativas.
  • Quem tiver passivo ambiental (danos causados a natureza), terá que aderir ao Programa de Regularização Ambiental, também chamado de PRA.
  • Após a regulamentação do CAR, os órgãos ambientais irão exigir dos produtores rurais a certificação da regularidade ambiental, este mesmo entendimento é dos bancos que financiam o agronegócio.
  • Prazo para a inscrição é de um ano a partir da data do decreto, ou seja, a partir de 06/05/2014.

Uma vez que o CAR não é um cadastro simples de ser feito, pelo fato de utilizar técnicas de geoprocessamento e entendimento do Novo Código Florestal, a IRRIPLAN Engenharia possui profissionais capacitados e treinados a fazer o CAR com a boa qualidade de todos os nossos serviços.
Contate-nos para fazer seu orçamento.


 

Auditoria de áreas irrigadas na Bacia do Ribeirão Pavões

 

O uso de técnicas de irrigação seja por gotejamento, micro aspersão, pivô central e a construção de barragens, tornaram-se indispensáveis para o crescimento da agropecuária.
Entretanto, o mau uso dessas técnicas e/ou usuários sem regularização pode interferir no meio ambiente de forma drástica, acarretando diversos problemas para as bacias hidrográficas, sendo o principal o elevado consumo de água levando a potenciais conflitos de uso.
Neste contexto, a Bacia do Ribeirão Pavões e seus afluentes, foi contemplada com a implantação de um processo de uso da água coletiva, denominado processo Único de Outorga, com objetivo de ordenar e regularizar os usos da água existentes naquela bacia.
Este relatório apresenta os resultados da verificação da situação atual das áreas irrigadas executada pela empresa IRRIPLAN Engenharia, nos empreendimentos da Associação dos Usuários das Águas do Ribeirão Pavões e Região, que esta situada no município de Patrocínio – MG, em relação a autorização de uso da água .
As visitas ocorreram nos empreendimentos no período de 07 a 10 de abril de 2014.
A auditoria foi executada através de visita a campo, em cada propriedade, utilizando-se imagens de satélites e diálogos realizados com o secretário da AUAPA, técnicos responsáveis pela irrigação, gerentes e outros funcionários dos empreendimentos.
O objetivo das visitas foi confirmar a localização das captações e verificar as áreas irrigadas em cada ponto de captação nos empreendimentos e confrontá-los com os dados da autorização de uso para que no final os empreendedores possam se adequar a ao que foi mencionado na outorga coletiva